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terça-feira, 9 de março de 2010

Lágrimas ainda vão descer... mas me manterei firme quanto a minha verdade.


Com certeza eu ainda não tenho a maturidade suficiente para entender o índice da maldade alheia e ainda me desespero, choro e me sinto mal quando sou atingida pela crueldade dos outros... eu vivo tentando acreditar na bondade das pessoas, sempre agindo segundo o preceito de que gentileza gera gentileza, mas ao tentar ser educada com alguém eu acabei invadindo a mente doentia de alguém muito cruel que passou uma madrugada pensando em como se vingar de mim por eu ter tido a maturidade de tentar conversar em vez de ignorar um problema desagradável quando ele apareceu... ser difamada por alguém doente e maldoso pode até doer muito e causar danos irreparáveis, minha vó sempre me disse "você pode ser uma pessoa íntegra a vida inteira, mas se você cometer um erro durante a vida, você irá passar o resto dela tentando conquistada a boa imagem que tinha... algumas vezes você morre sem provar que um deslize não é o fim de um bom caráter."

Assustada e transtornada, eu tentei me acalmar para então decidir o que fazer... vou dar um tempo, vou recorrer a memória curta das pessoas, querer mostrar provas de que sou inocente só prolongará a humilhação passada, por mim e quem estava envolvido.

Recorrendo ao livro Maktub (coisa boba que sempre faço nas horas de bloqueio mental) eu apendi duas coisas hoje:

- Viva as coisas no momento certo, saiba esperar o momento de vivê-las e não tente viver o momento que já passou.

- Acreditar que Deus escreve certo por linhas tortas.

"Senhor, que esta vela que acabo de acender seja luz e me ilumine em minhas decisões e dificuldades. Que seja fogo para que Tu queimes em mim o egoísmo, o orgulho e as impurezas. Que seja chama para que Tu aqueças me coração e me ensines a amar. Eu não posso ficar muito tempo em tua igreja. Mas, deixando esta vela, um pouco de mim mesmo permanece aqui. Me ajuda a prolongar minha prece nas atividades deste dia. Amém."

Não é o que nos dá certeza.
Não é o que nos dá profundidade.
Não é o que nos faz melhor que os outros.
Não é o que nos mantém na prisão dos preconceitos.
A verdade é o que nos faz livres.

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